A Próxima Grande Crise

A Crise Mundial do Dólar

 

Eu sou Leonardo Nunes, investidor, escritor e editor do canal Trade 4 Life.

Depois de 10 anos vivendo do mercado financeiro, sendo 5 deles em uma corretora de valores, eu criei a Trade 4 Life.

A  Trade 4 Life tem a missão de transformar pessoas comuns em investidores, para que aprendam de forma segura e fácil a fazer o dinheiro trabalhar para elas.

Através dos meus livros, vídeos, posts e  análises, tenho ajudado dezenas de pessoas a ganharem tempo para fazer o que gosta, além de realizar projetos e sonhos.

Alertei meus assinantes sobre a queda das ações da Petrobras, a alta do dólar, a quebra da OGX entre outros acertos.

Como assessor de investimentos, eu alertei meus clientes sobre a eminente queda da OGX.  Foi uma época em que ganhamos bastante dinheiro, num momento que parecia loucura apostar contra um dos homens mais ricos do país.

Aprendi a investir num período bastante ingrato para os investidores.

Durante esses 10 anos, eu peguei a crise de 2008 e o IBOVESPA esta negativo em mais de 30%, e ganhei dinheiro com isso!

Poderia falar ainda de vários exemplos de acerto em minhas análises, mas o meu objetivo aqui é falar sobre a eminente Crise Mundial do Dólar e suas implicações na sua vida.

Essa será a maior crise da história do capitalismo. Muito maior até que a Grande Depressão de 1930.

Ao contrário do que aconteceu na recente crise de 2008, onde alguns países como o Brasil não sentiram tanto os efeitos no furacão da crise, essa será uma crise que afetará todos os países do mundo e mais um importante capítulo da história da humanidade.

Eu não estou aqui escrevendo esse texto e expondo o meu nome por mero sensacionalismo. Estou usando esse texto para alertar as pessoas.

Em todas as grandes crises financeiras mundiais, é o cidadão comum, aquele que mais sofre seus efeitos. Posso pegar tudo que estudei, durante esse tempo, investir e ganhar dinheiro. Mas eu acredito que posso mudar o mundo, ou pelo menos, mudar a vida de algumas pessoas e alerta-las sobre o que está por vir.

Talvez porque eu seja pai de uma linda menina de apenas 4 anos de idade, fico me colocando no lugar de muitos papais e mamães que estão recebendo essas linhas e que dão duro todo dia, em prol de um futuro melhor para seus filhos.

Esse relatório não é um manifesto político nem partidário. Se você é cético e está envolvido com crenças antigas, talvez seja melhor não ler isto.

Você verá a partir de agora, textos retirados do blog Trade 4 Life e que explicam de forma simples e clara a situação econômica mundial.

Entenda a real situação econômica americana

 

Tio Sam

 

O Tio Sam tem despesas anuais de 4,4 trilhões de dólares.tio sam

O Tio Sam arrecada 3 trilhões de dólares anuais.

Tio Sam tem um déficit anual de 1,4 trilhões de dólares.

Como o Tio Sam fecha a conta?

Pegando empréstimos.

Tio Sam emite títulos chamados Bonds e deixa que pessoas comuns, bancos e países estrangeiros, comprem esses títulos.

Só o que o Tio Sam perdeu o controle dos gastos.

Em 2008, com a crise imobiliária americana, gerada pelos gananciosos bancos americanos,Tio Sam foi obrigado a injetar 2,3 trilhões de dólares na economia.

Adivinha aonde Tio Sam conseguiu esse dinheiro?

Exato. Vendendo mais bonds.

Em 2013, Tio Sam já tinha uma dívida de 16 trilhões de dólares.

Os senadores republicanos, amigos de Tio Sam ficaram alarmados com esse déficit.

Tio Sam pedia que o teto dessa dívida fosse aumentado com risco de um calote de proporção mundial.

Depois de muita discussão e promessas de redução de gastos, foi aumentado o teto e Tio Sam conseguiu pagar as contas.

Tio Sam então criou mais dinheiro para aquecer a economia em recessão para tentar aliviar o desemprego.

A criação de mais dinheiro, fez a moeda perder valor e assim gerou inflação.

Tio Sam mudou a forma que calcula a inflação para não ficar com números feios e assustar seus credores, proprietários dos bonds.

Tio Sam precisa aumentar juros para controlar a inflação e cortar gastos.

Mas assim como no Brasil, essa medida é extremamente impopular.

Deixar o povo sem dinheiro, com crédito caro e com preços altos.

Tio Sam insiste em deixar as coisas como estão e continua imprimindo mais e mais dinheiro.

Tio Sam é uma bomba relógio.

Ele parece ser mais rico que todos mas na verdade é o mais endividado.

No dia que Tio Sam confirmar que não tem condições de honrar suas dividas.

Bancos, empresas, países quebrarão como dominó…

Uma crise dessa proporção ainda não foi vista na história

Não temos como saber o que virá acontecer e como ficarão as coisas no fim.

Eu sei que isso muda o mundo da forma como conhecemos.

Alguns mitos servem para serem quebrados.

Pobre Tio Sam, pobre mundo……

Dívida americana por presidentes

Porque o índice de desemprego americano é uma farsa

 

Um dia após a reunião do FED em abril, o indicador de seguro desemprego americano revelado em 27 de abril de 2016, teve um aumento de 5000 vagas.

Segundo dados fornecidos pelo próprio FED, esse indicador de desemprego, nunca esteve tão baixo. Os números recentes trabalham em patamares vistos, só em 1973.

Eu resolvi estudar o Civilian Labor Participation Force. É um indicador passado pelo próprio FED e que foi retirado do cálculo de desemprego, em 1994.

Esse índice representa os empregados públicos e militares.

Com o déficit americano é U$ 23 trilhões, me levou a pensar que influenciaria diretamente no corte de custos e na queda de vagas públicas.

A imagem que se abriu na minha tela, me confirmou o que eu pensava…

civilian labor force participation rate

Olhando esse gráfico, você vê claramente uma recessão no emprego público desde 2010.

São os empregados públicos conhecidos como long term (longo prazo).

Atualmente segundo dados, o desemprego americano é de 5%.

Que maravilha hein?

Mas como seria a realidade, se não tivessem alterado esse cálculo em 1994 e esse gráfico de cima, entrasse nessa conta?

Veja na imagem abaixo:

taxa de desemprego real

A linha vermelha é o índice atual que marca o desemprego em 5%. A linha azul seria o calculo de 1994.

Que surpresa não?

O índice passa marcar desemprego acima de 20%.

Imagina um país com esse índice de desemprego e ainda com um déficit de 18 trilhões de dólares?

Grécia?

Que nada! Ele existe e você até aqui, achava que era o país mais rico e forte do mundo!

Ou seja, a população americana vive em uma bolha e é enganada o tempo todo por indicadores manipuláveis do governo.

Porque a crise esta no Dólar?

dolar

O Dólar é a moeda referência do mundo. Todos os governos possuem reservas nessa moeda, assim como empresas e até mesmo pessoas físicas.

A moeda esta em todo lugar e no passado, durante a grande ascensão americana pós guerra, que durou até o início dos anos 70.

Nesse momento, logo após a guerra do Vietnã, houve uma crise, chamada crise do 70, a moeda entrou em franca desvalorização. Alguns analistas já apontavam para uma iminente queda do império americano.

Naquela ocasião o Dólar passou a não ser transformado diretamente do ouro. Nascia ali o famoso câmbio flutuante. Esse contexto provocou o aparecimento do Forex, o Foreign Exchange, Mercado Internacional de Divisas. Nele se realizam permutas entre bancos, bancos centrais, multinacionais, governos entre outros.

Os Eua deixaram de ser “credores” e passaram a condição de “devedores” da economia mundial. Sua divida e capacidade de endividamento transformaram o país no primeiro motor da economia mundial.

O dólar passou a ser a referência para todo ativo em circulação no mundo. Hoje se a cotação do dólar sobe, as commodities sofrem interferência direta e caem. Se o dólar cai, logo as commodities passar a ser mais atrativas.

Em toda a crise financeira desde os anos 70, os investidores costumam buscar a proteção dessa moeda . Foi assim na bolha da internet e também no subprime.

Desde de 1980 o dólar subia com a queda na taxa de juros,  e subia quando era preciso subir a taxa. Desde da última crise, isso mudou. O mercado quer ver a economia americana recuperar e acredita que a alta da taxa de juros pelo FED, seja o sinal disso.

A cada especulação de aumento da taxa, logo faz efeito no index dólar.

Então vivemos um momento em que o dólar e o S&P, sobem ao mesmo tempo. Isso deixa tanto o mercado financeiro que esta operando perto de suas máximas históricas, como dólar operando na mesma direção. Dessa forma quando a bolsa americana cair, o dólar deixará de ser a proteção que o mercado sempre buscou.

Isso vai trazer a alta das commodities. Deveria também trazer alta de moedas como o Yen e o Euro em relação ao dólar. Só que a uma crise financeira nos Eua, vai por abaixo todos os outros sistemas globais que usam o dólar como indexador.

Depois da crise de 2008, os bancos centrais europeus , americano, canadense, australiano e japonês entre outros países, adotaram a taxa de juros 0% para incentivar o credito e o refortalecimento da economia desses países.

A única forma de tentar novamente buscar estímulos para a economia desses países novamente em uma crise, seria trazer a taxa de juros para o negativo. Como já fizeram agora, países como o Japão, Suécia e Suíça.

Essa política de juros negativos, jamais havia sido adotada por bancos centrais. Você pode entender agora, como esta a economia desses países, com medidas tão arriscadas. Ela é arriscada porque traz um enorme risco de hiper inflação, principalmente nos EUA onde o FED adotou a política de imprimir dinheiro depois da última crise.

Isso levou o ex-presidente do FED, Alan Greenspan, comparar a  o futuro dos EUA com a atual situação econômica da Venezuela. Uma situação de caos econômico e hiper inflação que levou Caracas a se tornar a cidade com maior taxa de homicídios do mundo.

O que o FED poderia fazer para reverter essa situação futura, era subir as taxas de juros. Mas com uma simples alta de 0,25% na taxa de juros, ela aumenta a divida do governo nos titulos públicos americanos, em U$ 57,500,000,000 ao ano.

O Banco Central americano (Fed) e a taxa de juros

fed - Copia

Dentre as políticas adotadas pelo banco central americano para estimular a economia do pais. Estavam levar a taxa de juros para 0% e injetar dinheiro na economia.

O ex- presidente Ben Bernanke disse que se o país continuasse sentindo os efeitos da crise a solução seria imprimir dinheiro, como já havia sido feito no passado. Dessa forma o mercado financeiro continuaria estimulado, gerando riquezas para as empresas e impulsionando a economia.

A bolsa americana realmente se recuperou muito bem e começou uma forte tendência de alta.

O topo histórico do mercado foi seguidamente rompido a partir de 2013.

Os Estados Unidos é o país do mercado de capitais, é aonde esta concentrado grande parte da riqueza do país e a sensação era de que a economia havia se recuperado.

Mas cerca de 90% riqueza dos Eua, é concentrada em apenas 1% da população do país. Esse dinheiro esta concentrado nas mãos de conhecidos bilionários do mercado financeiro e dos CEOs das grandes empresas multinacionais.

O problema em si, não é somente a concentração de riqueza. Mas sim porque o crescimento da renda da classe média americana esta estagnada desde os anos 80. Enquanto o crescimento desse 1%, explodiu a partir dos anos 90 e não para de crescer.

No início dos anos 90, o governo Clinton, criou políticas que pretendiam diminuir a desigualdade desse crescimento e tentar ascender o crescimento da classe média.

Entre as medidas adotadas, estavam uma que limitava o  aumento de salários do topo da pirâmides.

Só que o sistema criou uma nova forma de remuneração.

As empresas passaram a pagar bônus aos seus principais executivos em forma de ações.

O que agravou a situação é que o dinheiro que o 1% recebe, não volta para a economia como forma de empreendimentos que gerariam empregos, ou mesmo do consumo.

Esse dinheiro esta concentrado nas grandes instituições financeiras do mundo em busca de melhores rendimentos. O dinheiro acaba criando mais dinheiro que não volta para a economia.

O cidadão comum americano sofreu com a saída das industrias para países em que a mão de obra ficou mais barata. Fora o avanço da tecnologia que cortou vários empregos.

As grandes empresas precisam cada vez menos de trabalhadores. O setor de serviços é um dos setores que mais empregam nos EUA. Mas como a remuneração não acompanha as taxas que sobem ano após ano, como plano de saúde e principalmente a educação, esse cidadão precisa de um segundo emprego. Geralmente também em serviços.

Essa nova vaga criada a partir de um segundo serviço entra no payroll como um desempregado a menos.  Criando taxas de apenas 4,8% de desemprego.

Como vimos anteriormente, o Civilian Labor Service que foi retirado do calculo nos anos 90, mostra fielmente a realidade do emprego americano. Esse é um emprego publico, long term, que seria o emprego mais estável e de longo prazo. Esse dado não para de cair anos após anos.

Se os números dele fossem usados, como na década de 90, traria o desemprego americano para mais de 20%.

O política de imprimir dinheiro acabou sendo um tiro no pé.

Esse dinheiro fica concentrado na mão de uma minoria e não retorna em forma de empregos e consumo na economia.

O déficit do governo já passa de U$ 23 trilhões e qualquer aumento de 0,25%, aumenta a divida em U$ 57 bilhões ao ano.

Itália e a crise bilionária

Italy Adopts $30 Billion of Cuts in EU Deficit Push...The Italia

Em 2008, na crise do subprime, os governos dos países europeus  e do Estado Unidos, socorreram o então frágil sistema bancário de seus países.

Nos EUA, berço dessa crise, o governo injetou U$ 3,2 trilhões. Assim como os EUA, a Alemanha, a Inglaterra, entre outros.

Na Itália, a ajuda do governo foi bem menor que em outros países. Foi injetado U$ 64 bilhões de Euros. Os bancos italianos tiveram então mantiveram títulos podres que hoje já acumula U$ 350 bilhões de euros. Isso representa 17,7% dos empréstimos daquele país.

A solução encontrada pelo governo italiano foi criar um novo banco chamado Bad Bank. A função desse novo banco é concentrar todos os títulos podres. Com a intenção de pressionar bancos e empresas para que assumam a dívida.

A União Europeia diante desse cenário e depois da Grécia. Aprovou em seu estatuo o Ball in.

O Ball In, significa que em caso de falência de alguma instituição financeira na Zona do Euro, o governo pode e deve usar todo o dinheiro em custódia do banco para pagar as dívidas dessa instituição sem dar satisfação ao correntista.

O Ball in, já foi ultilizado no Chipre há alguns anos, em decorrência da quebra de um banco.

Esse mesmo cenário se repete até mesmo na Alemanha.

O Deustche Bank é um banco alemão com sérios problemas de títulos podres. As ações desse importante banco mundial, jamais se recuperaram da forte queda de 2008.

Muitos analistas já dizem não acreditar que essa instituição consiga se salvar sem nova ajuda do governo alemão.

Em junho, o Reino Unido faz o plebiscito Brexit. A população vai decidir a permanência ou não na União Européia.

Como você pode perceber a situação financeira na Europa não é nada boa.

A Itália parece ser a nova Grécia. Para você ter uma ideia do que significa 17% de todo o crédito do país estar na situação que se encontra, o sistema imobiliário americano ruiu com apenas 8% de inadimplência nesses títulos.

Isso põe por terra a recuperação das economias pós subprime também na Europa.

Algumas imagens das ações dos principais bancos mundias:

O bilionário George Soros aposta contra os mercados

soros

Essa semana uma noticia importantíssima foi veiculada pela Bloomberg.

Como sempre, o mercado financeiro brasileiro, ignorou essa notícia para dar importância ao que hoje significa audiência, que é falar da política nacional.

O bilionário investidor George Soros, revelou que fez investimentos agressivos no ouro e reduziu significativamente a exposição de seu fundo em ações.

Chega a ser engraçado que um investidor desse porte esteja saindo do mercado de ações americano, no mesmo momento que a bolsa lá registra novos recordes.

Deixa eu te contar uma história:

Em Setembro de 1992, Soros apostou contra a Libra, a moeda inglesa. Uma aposta pequena de cerca de U$ 10 bilhões. Ele estava apostando contra a relutância do Banco Central da Inglaterra em aumentar a taxa de juros, exatamente como vemos hoje com o FED, nos Eua.

Finalmente o BCI converteu a sua moeda com um mecanismo chamado, Exchange Rate Mechanism. Isso fez a Libra desvalorizar significativamente, gerando um lucro de U$ 1,1 bilhões a Soros.

Ele ficou conhecido como ” o homem que quebrou o Banco da Inglaterra.”

Agora Soros que já fala sobre a gravidade da crise chinesa e também da situação americana, resolve começar a montar posições estratégicas no ouro.

Isso porque se espera uma forte valorização dos metais nesse cenário econômico mundial, abandonando até a euforia de topo na bolsa americana.

 Leia a notícia:

(Bloomberg) — O bilionário George Soros reduziu em mais de um terço os investimentos de sua firma em ações dos EUA durante o primeiro trimestre e comprou uma participação de US$ 264 milhões na maior produtora de ouro do mundo, a Barrick Gold.

O valor dos investimentos públicos do Soros Fund Management caiu 37 por cento, para US$ 3,5 bilhões, até o fim do último trimestre, de acordo com um documento do governo na segunda-feira. Soros adquiriu 1,7 por cento da Barrick, que passou a ser o maior ativo da firma em uma empresa negociada em bolsa nos EUA.

Soros também divulgou a posse de opções de compra em 1,05 milhões de ações no SPDR Gold Trust, um fundo negociado em bolsa que monitora o preço do ouro

Em janeiro, o ex-gerente de hedge fund que agora é filantropo disse que um pouso forçado na China era “praticamente inevitável” e acrescentou que uma queda assim intensificaria as pressões deflacionárias mundiais, faria com que as ações caíssem e daria um impulso aos títulos do governo dos EUA.

Soros vendeu uma participação na Level 3 Communications que estava avaliada em US$ 173 milhões até o dia 31 de dezembro e um ativo na Dow Chemical , avaliado em US$ 161 milhões. A empresa familiar também vendeu suas participações na Endo International e na Delta Air Lines.

 

Bilionário Jim Rogers “O próximo colapso econômico vai destruir U$ 68 trilhões de dólares

jim rogers

O investidor e Co criador do fundador do fundo Quantum, onde ele e George Soros começaram e os tornaram bilionários, deu uma entrevista alarmante no Wall Street Daily.

Rogers prevê uma colapso na economia mundial onde todos os países serão afetados.

Disse que diferente da crise do subprime, onde países emergentes não sentiram tanto os efeitos da crise, o mundo todo vai sentir.

Para agravar estimou perdas de U$ 68 trilhões de dólares na economia mundial.

O ground zero dessa crise, ao contrário do que muitos analistas pensam, não é a China e sim, os Eua.

Ele criticou duramente a politica dos bancos centrais mundiais e dos bancos centrais. Principalmente países como o Japão aonde o Yen passou a se valorizar diante ao dólar e o banco central resolveu deixar as taxas de juros negativas. Uma medida nunca antes tomada na história.

O que pode acontecer com esses países caso estoure a crise monetária é terrível.

Assim como George Soros, Rogers esta investindo em metais e esta fora do mercado de ações e  investimento em títulos do governo.

O que torna mais assustador são grandes investidores pensarem da mesma forma em relação a economia mundial.

Alan Greenspan “Os Eua esta pronto para entrar num estado de desastre.”

Greenspan

O ex presidente do Federal Reserve, Alan Greenspan lançou um alerta sobre a economia mundial, durante uma entrevista no canal Fox Business:

” Os EUA tem um problema global de escassez do crescimento da produtividade e esta pronto para entrar num estado de desastre.” 

Na entrevista, Greenspan compara o futuro americano, com o atual estado da Venezuela.

Ele disse que a politica econômica do FED nesse estagio particular é menos importante, do que o que mercado vem fazendo.

Ele acredita que os mercados pela primeira vez, começam claramente a mostrar uma aceleração no suplemento de dinheiro, depois de muito tempo.

Greenspan evita chegar no óbvio.

A politica de imprimir dinheiro do FED depois da crise do subprime, foi um tiro no pé.

A economia americana mostra  números manipulados por um estrutura econômica falsa, pois ela é mantida através de injeção de dinheiro.

A crise do dólar é grave!

Talvez você acredite que a comparação que Greenspan fez com a Venezuela e seu cenário caótico de hiper inflação seja um exagero.

Talvez você não saiba, após a globalização e a tecnologia, o crescimento americano da classe média estacionou e a desigualdade social aumentou drasticamente.

Apenas 1% da população concentra toda a riqueza daquele país. 90% de toda a riqueza americana, esta nas mãos dos grandes bilionários e CEOs das empresas multinacionais.

O empregado da classe média, perdeu empregos para países que o custo do trabalhador é bem mais baixo.

As tecnologias fizeram as empresas  diminuir a sua demanda por mão de obra. O americano comum hoje, precisa de pelo menos 2 empregos, geralmente em serviços para manter as dívidas em dia.

Os bancos americanos não se recuperaram do pesado tombo do Subprime e a taxa de juros mantida próximo de zero há pelo menos 8 anos, impedem o crescimento desse setor.

O governo está com deficit de U$ 23 trilhões de dólares uma conta impagável.

O cenário nos Eua após o estouro dessa crise, será realmente um castigo enorme para a classe média daquele país.

 

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